Minha Estrela Dalva reverencia a rainha da voz e rememora momentos históricos do Brasil que estão entrelaçados com a brilhante carreira de Renato Borghi nos palcos
Ao reverenciar a diva Dalva, @renatoborghioficial celebra o seu teatro, já que tudo o que ele faz no palco tem grande inspiração na potência dessa cantora magistral, eterna estrela. @dalvaomusical é a trajetória de Dalva que se entrelaça com a história de Renato, com a história do nosso teatro e com momentos marcantes da história do Brasil .
Renato é estupendo e amanhã completa 89 anos ! Que benção! Mestre amado que é de suma importância para a nossa cultura. Renato é o teattro vivo tocando a nossa alma, e a sua vida é o teatro!
A estreia na sexta foi emocionante!
União de artistas incríveis:
Renato, @eliasandreato16 @elcioseixas @ivanvellame e @sorayaravenle estupenda como Dalva!
Renato Borghi queria ser cantor. Tem uma voz linda e através da arte de atuar já viveu personagens com o canto na alma.
A sua paixão por Dalva é cativante. Aos 6 anos ganhou um disco de histórias infantis da sua mãe e desde então viaja pelo mundo encantado através das músicas interpretadas com maestria por Dalva.
Teve o privilégio de estabelecer laços de amizade com a grande artista, mas não deu tempo para trabalharem juntos.
Em 1987, Borghi dirigiu e escreveu uma peça em homenagem à Dalva. No Rio, Marília Pêra a interpretou e foi grande sucesso. Soraya Ravenle integrava o coro.
Quase quarenta anos depois, prestes a completar 89 anos de idade, dia 30 de março próximo, Borghi revisita essa homenagem e está no palco vivendo ele mesmo.
Ele vai ao camarim da Estrela e a convida para juntos criarem um espetáculo sobre a sua trajetória.
Sem cronologia, mas contando detalhes importantes da vida de Dalva de Oliveira, Minha Estrela Dalva é um tributo à luz de uma artista que viveu intensamente e colocou no seu canto as suas dores e amores.
Num emaranhado de fatos e emoções, Soraya Ravenle dá vida à Dalva com maestria. Borghi e Elcio Nogueira Seixas, também um dos diretores, se desdobram no mesmo papel, o de fãs número um. Elcio é o menino Renato e o jovem encantado, Renato é o homem artista que tem uma carreira teatral incrível e que sempre carregou Dalva no coração. Ivan Vellame interpreta os homens da de Dalva, e quem conhece um pouco da sua vida sabe o quanto ela amou e o quanto sofreu também, principalmente na sua relação conturbada com o cantor e compositor Herivelto Martins.
Minha Estrela Dalva é um presente.
A arte pulsando através do legado dessa artista com uma voz tão marcante, potente.
Élcio e Elias, diretores experientes, guiam as movimentações e possibilitam que os personagens transmitam as suas personalidades complexas e intensas.
Roupas de época, orquestra ao vivo, luz e cenário formado por diversas escadas que mudam de lugar, nos colocam num ambiente de bar/ casa de shows.
O presente que sempre precisa reverenciar Dalva; o passado áureo que contou com a presença de uma das maiores cantoras de todos os tempos e o futuro? Não deixar que Dalva de Oliveira seja esquecida.
Até julho no Teatro Popular do Sesi
Sobre a Rioclarence Dalva de Oliveira
Vicentina de Paula Oliveira, mais conhecida como Dalva de Oliveira (Itirapina, 5 de maio de 1917 — Rio de Janeiro, 30 de agosto de 1972)
Amor, devoção, o machismo opressor, liberdade, uma mulher apenas querendo ser amada e feliz. Um sucesso estrondoso e a decadência devido a muitas difamações, em virtude do alcoolismo e de problemas pessoais, além de um acidente que deixou uma cicatriz em seu rosto. Ser mulher, conquistar o sucesso, passar por separação e começar a envelhecer são inaceitáveis para uma sociedade hipócrita e preconceituosa. Por mais força que Dalva tivesse, enfrentar tudo isso era batalha diária intensa.
Um momento glorioso foi na década de 1930, ao lado do então marido Herivelto Martins e de Nilo Chagas, foi o Trio de Ouro. Com o fim do casamento nos anos 40, veio a carreira solo. Em 1952, Dalva foi eleita e coroada Rainha do Rádio. Gravou o último disco em 1970. Entre seus maiores sucessos, estão as canções Bandeira Branca e Estrela do mar.
Na vida pessoal, casou-se por três vezes. Teve dois filhos e adotou uma menina.
Idealização: Renato Borghi e Elcio Nogueira Seixas
Dramaturgia: Renato Borghi
Direção artística: Elias Andreato e Elcio Nogueira Seixas
Elenco: Renato Borghi, Soraya Ravenle, Elcio Nogueira Seixas e Ivan Vellame
Direção de movimento: Roberto Alencar e Irupe Sarmiento
Músicos: Nath Calan - bateria e percussão, Giancarlo Barletta - baixo, Gustavo Fiel - piano elétrico, William Guedes - violão, Denise Ferrari - violoncelo, Eliza Monteiro - viola e Mica Marcondes - violino
Direção musical e arranjos: William Guedes
Cenografia: Márcia Moon
Assistência de cenografia e direção de palco: Márcio Zunhiga
Assistência de produção e contrarregragem: Anderson Conceição
Cenotécnico: Denis Chimanski
Figurinista: Fábio Namatame
Assistência de figurino: Luísa Galvão
Produção de figurino: Eliana Liu
Modelagem: Juliano Lopes
Costura: Lenilda Moura e Fernando Reinert
Design de perucas: Feliciano San Roman
Camareiras: Aline Delgado e Maria das Graças
Maquiagem: Matheus Delgado
Colaborações na preparação vocal de Soraya: Felipe Abreu e Gilberto Chaves
Cabelo de Soraya: Beto Carramanhos
Desenho de luz: Wagner Pinto
Assistência e produção de luz: Carina Tavares
Operação e programação de luz: Jorge Forjaz
Desenho e operação de som: Cecília Lüzs
Desenho de som associado: Roberta Helena
Direção de produção e administração financeira: Lukas Cordeiro
Produção executiva: Camila Bevilacqua
Assessoria de imprensa: Agência Taga
Projeto gráfico: Werner Schulz
Fotografia: João Caldas
Assistência de fotografia: Andréia Machado
Assessoria jurídica: Carolina Wanderley
Contabilidade: Fato Assessoria Contábil
Audiodescrição: Gangorra Audiodescrição
Interpretação em Libras: Space Libras |