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Festival de Curitiba - Carroça de Mamulengos está há 50 anos mambembando pelo Brasil e encantando plateias
Publicado em 02/04/2026, 22:00
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São brincantes que têm o dom de fazer a arte popular pulsar com maestria.
Histórias de Teatro e Circo fez duas sessões no Teatro Bom Jesus
"Teatro é um veículo para ficarmos mais fortes para que cada vez mais os brasileiros possam viver em abundância"
Completar 50 anos e ainda residir fora do eixo Rio SP é um feito.
A Carroça de Mamulengos é patrimônio popular.
Tal qual o circo, é uma família brincante, com gerações nos palcos, ruas, feiras e praças.
Criada em Brasília em 1977 pelo bonequeiro Carlos Gomide, ganhou brilho especial em 1982, quando a atriz Schirley P. França integrou a companhia e formaram uma família, a Gomide França, com oito filhos: Maria, Antônio, Francisco, João, os gêmeos Pedro e Matheus, e as gêmeas Isabel e Luzia.
Carlos é mestre e teve como professor Antonio Alves Pequeno, mais conhecido como
Antônio do Babau, precursor da linguagem da companhia e morador da cidade de Mari, na Paraíba, que vivia do roçado e brincava com bonecos nos sítios dos arredores.
O mais interessante é que cada filho nasceu em um lugar diferente, representando a itinerância e a delícia que é a vida de uma companhia mambembe.
Cada criança que nasce a tradicão renasce.
A História da Carroça de Mamulengos é também a historia e a tradição de outras famílias bricantes brasileiras. Carrega o legado de levar arte e reverenciar a memória cultural tão potente e muitas vezes tão desrespeitada.
A Cia fincou parada em Juazeiro do Norte e no palco estão três gerações de brincantes, atores, músicos, bonequeiros, contadores de histórias, palhaços e arte educadores, visto que para formar artistas e fomentar o amor pela rica cultura popular, criaram uma escola. Histórias de Teatro e Circo celebra a festa, a brincadeira através de causos reais ou fictícios contados a partir de músicas e do uso , fundamental, dos bonecos. Muita cor e animação.
O público curitibano ficou emocionado e encantado.
Os bonecos, em especial os de luva e os gigantes, claro, são um deleite, feitos com cabaça, sementes, sizal, madeira e outros materiais. Fantoches e bonecões que ganham vida com primor. Figurinos típico das festas populares, vestimentas circenses, estampadas, de chita, com o primor da artesania, ajudar a dar vida às tradições populares mostradas no palco.
O cenário é uma mistura de picadeiro, com detalhes que lembram as festas populares dos rincões do Brasil.
Mais riqueza da cena: O circo com suas pernas de pau, danças, sombrinhas, comunicação direta com o público...tudo isso, em linda harmonia e beleza, ganha uma alegria vibrante, pulsante.
Vemos o bumba-meu-boi, o Passarinho do reisado jaraguá, a dança do bode e do coco, a luta de espadas, trilhas sonoras de circo, e muito mais.
As criancas da trupe têm seus momentos de destaque e carregam a função de não deixar que a tradição popular seja apagada. São apaixonantes!
Como não cantar com os artistas as cantigas populares? A sanfona é a estrela.
O público é convidado a bater palmas e a celebração ocorre numa mistura de teatro, circo, dança, música e reverenciando com encanto a doce lembrança de quem cresceu ouvindo as histórias e músicas apresentadas nesse espetáculo.
E quem não teve esse privilégio, conhece com a Carroça de Mamulengos, um mundo mágico que só a arte promove. ,, Um espetáculo que evidencia o quanto o mundo tecnológico acaba deixando de lado preciosidades como a brincadeira de roda, e tantas tradicionais do interior.
Não podemos perder o encanto de imaginar e se divertir que o circo e o teatro promovem. Também é essencial rememorar tradições populares, pois é nelas que encontramos a alma de um povo simples, criativo, que valoriza a natureza, a pureza do canto, dos contos e da criação artística (sem aparatos tecnológicos e ricos em panos, rendas, saberes e fazeres transmitidos de geração em geração).
Emociona ver o amor dos integrantes da Carroça de Mamulengos pelo ofício.
Que a Maia, a mais nova brincante, de seis meses, transborde a luz da arte que sua família traz na veia e na alma.
Dá orgulho de ser brasileira!
Ficha técnica
Direção e Roteiro: Maria Gomide; Direção Musical: Beto Lemos; Figurinos e Adereços: Isabel Gomide; Bonecos: Carlos Gomide e Antônio Gomide; Cenário: Carroça de Mamulengos; Elenco: Primeira Geração - Carlos Gomide, Schirley França, Segunda Geração - Maria Gomide, Francisco Gomide, João Gomide, Pedro Gomide, Matheus Gomide, Isabel Gomide, Idalia Campos de Lucena, Gabriela Nunes, Luiza Silvino, Terceira Geração - Iara Gomide, Ana Gomide, Helena Gomide, Naiá Gomide, Liana Gomide, Amari Gomide; Músico: Beto Lemos; Técnico de Luz: João Gioia; Técnico de Som: Daniel Blackout. Histórias de Teatro e Circo fez duas sessões no Teatro Bom Jesus Completar 50 anos e ainda residir fora do eixo Rio SP é um feito. A Carroça de Mamulengos é patrimônio popular.
Criada em Brasília em 1977 pelo bonequeiro Carlos Gomide, ganhou brilho especial em 1982, quando a atriz Schirley P. França integrou a companhia e formaram uma família, a Gomide França, com oito filhos: Maria, Antônio, Francisco, João, os gêmeos Pedro e Matheus, e as gêmeas Isabel e Luzia.
O mais interessante é que cada filho nasceu em um lugar diferente, representando a loucura e a delícia que é a vida de uma companhia mambembe.
A Cia fincou parada em Juazeiro do Norte e no palco estão três gerações de brincantes, atores, músicos, bonequeiros, contadores de histórias, palhaços e arte educadores, visto que para formar artistas e fomentar o amor pela rica cultura popular, criaram uma escola. Histórias de Teatro e Circo celebra a festa, a brincadeira através de causos reais ou fictícios contados a partir do uso de bonecos, de elementos como a bandeira do divino, do bumba-meu-boi, e, claro, muita cor, animação e música.
Os bonecos, em especial os de luva, claro, são um deleite, feitos com cabaça, sementes, sizal, madeira e outros materiais. Fantoches e bonecões que ganham vida com primor. Figurinos típico das festas populares, vestimentas circenses, estampadas, de chita, com o primor da artesania.
O cenário é uma mistura de picadeiro, com detalhes que lembram as festas populares dos rincões do Brasil. Mais riqueza da cena: O circo com suas pernas de pau, danças, sombrinhas, comunicação direta com o público, ganha uma alegria vibrante, pulsante.
As criancas da trupe têm seus momentos de destaque e carregam a função de não deixar que a tradição popular seja apagada.
Como não cantar com os artistas os cantos e cantigas populares? A sanfona é a estrela.
O público é convidado a bater palmas e a celebração ocorre numa mistura de teatro, circo, dança, música e evocando com doce lembrança de quem cresceu ouvindo histórias e músicas apresentadas nesse espetáculo. E quem não teve esse privilégio, conhece um mundo mágico que só a arte promove.
Um espetáculo que evidencia o quanto o mundo tecnológico acaba deixando de lado preciosidades como a brincadeira de roda, e tantas tradicionais do interior; não podemos perder o encanto de imaginar e se divertir, que o circo tanto promove e rememorar tradições populares é essencial porque é nelas que encontramos a alma de um povo simples, criativo, que valoriza a natureza, a pureza do canto, dos contos e da criação artística sem aparatos tecnológicos e ricos em panos, rendas, saberes e fazeres transmitidos de geração em geração.
Emociona ver o amor dos integrantes da Carroça de Mamulengos pelo ofício. Que a Maya, a mais nova brincante, de seis meses, transborde a luz da arte que sua família traz na veia e na alma.
Ficha técnica
Direção e Roteiro: Maria Gomide; Direção Musical: Beto Lemos; Figurinos e Adereços: Isabel Gomide; Bonecos: Carlos Gomide e Antônio Gomide; Cenário: Carroça de Mamulengos; Elenco: Primeira Geração - Carlos Gomide, Schirley França, Segunda Geração - Maria Gomide, Francisco Gomide, João Gomide, Pedro Gomide, Matheus Gomide, Isabel Gomide, Idalia Campos de Lucena, Gabriela Nunes, Luiza Silvino, Terceira Geração - Iara Gomide, Ana Gomide, Helena Gomide, Naiá Gomide, Liana Gomide, Amari Gomide; Músico: Beto Lemos; Técnico de Luz: João Gioia; Técnico de Som: Daniel Blackout.
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DE OLHO NA CENA BY NANDA ROVERE - TUDO SOBRE TEATRO, CINEMA, SHOWS E EVENTOS Sou historiadora e jornalista, apaixonada por nossa cultura, especialmente pelo teatro.Na minha opinião, a arte pode melhorar, e muito, o mundo em que vivemos e muitos artistas trabalham com esse objetivo. de olho na cena, nanda rovere, chananda rovere, estreias de teatro são Paulo, estreias de teatro sp, criticas sobre teatro, criticas sobre teatro adulto, criticas sobre teatro infantil, estreias de teatro infantil sp, teatro em sp, teatros em sp, cultura sp, o que fazer em são Paulo, conhecendo o teatro, matérias sobre teatro, teatro adulto, teatro infantil, shows em sp, eventos em sp, teatros em cartaz em sp, teatros em cartaz na capital, teatros em cartaz, teatros em são Paulo, teatro zona sul sp, teatro zona leste sp, teatro zona oeste sp, nanda roveri,

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