Com direção de José Celso Martinez Corrêa, a montagem é inspirada em texto do francês AntoninArtaud (1896-1948), escrita um ano antes de sua morte.
O texto, adaptado para a nossa realidade atual, coloca em discussão o juízo final , as atitudes do cotidiano e os valores impostos pela sociedade. o Oficina já montou esse texto em 1996.
A obra de Artaud chegou a ser censurada quando foi criada e o grupo faz menção a esse episódio através da inserção de canções em homenagem a Yemanjá, visto que a proibição da peça ocorreu no dia 2 de fevereiro (num programa da rádio A voz dos poetas).
O grupo busca sempre um contato próximo com o espectador e nessa peça isso não é diferente. O objetivo do grupo é gerar reflexões sobre os preceitos sociais que impedem as pessoas de agirem de acordo com as suas vontades e as deixam a mercê de julgamentos sobre o que é certo e o que é errado.
Ficha Técnica:
Direção: José Celso Martinez Corrêa e Teatro Oficina UzynaUzona
Conselheira Poeta: Catherine Hirsch
Músicos: Felipe Botelho, Carina Iglecias, Felipe Massumi e Ito Alves
Enfermeiros-atuadores: CafiraZoé, Carila Matzembacher, Clarissa Moraes, Marília Gallmeister, Otto Barros, Pedro Felizes
Diretor de cena: Otto Barros
Direção de Arte, Figurino e Arquitetura Cênica: Carila Matzembacher, Marília Gallmeister e Clarissa Moraes
Adereço Iemanjá: Ricardo Costa
Camareira: Cida Melo Luz: Pedro Felizes, Luana Della Crist
Coreografia: Daniel Kairoz
Cinema ao vivo: Igor Marotti (diretor de fotografia, câmera) e Pedro Salim (corte de mesa, vídeo mapping)
Técnico de som: Rodox, Felipe Gatti
Sonoplastia: Gustavo Lemos e Thiago Liguori
Tradutora: Ana Hartmann
Operação de legendas: CafiraZoé e Brenda Amaral
Produção Executiva: Anderson Puchetti
Produção: Ederson Barroso e KaelStudart
Núcleo de Comunicação Antropófaga | Assessoria de Imprensa: Brenda Amaral, CafiraZoé e Camila Mota
Programação Visual: Igor Marotti
Fotos de divulgação: Jennifer Glass, Fernando Lima e Márcio Moraes
Elenco:
Marcelo Drummond
Sergio Siviero
Camila Mota
Zé Celso
Roderick Himeros
Sylvia Prado
Joana Medeiros
Nash Laila
Daniel Fagundes
Leon Oliveira
SERVIÇO
Pra Dar um Fimno Juízo de Deus
4 de outubro (terça-feira), às 20h
Direção de José Celso Martinez Corrêa e Teatro Oficina UzynaUzona
Elenco: Marcelo Drummond, Sergio Siviero, Camila Mota, Zé Celso, Roderick Himeros, Sylvia Prado, Joana Medeiros, Nash Laila, Daniel Fagundese Leon Oliveira
Sala Itaú Cultural
Duração: 90 minutos
Classificação Indicativa: 18 anos
Capacidade: 254 lugares
Distribuição de ingressos: Meia hora antes do espetáculo
Entrada gratuita
Interpretação em Libras
Estacionamento: Entrada pela Rua Leôncio de Carvalho, 108
R$ 10 pelo período de 12 horas.
Se o visitante carimbar o tíquete na recepção do Itaú Cultural: 3 horas: R$ 7; 4 horas: R$ 9; 5 a 12 horas: R$ 10.
Com manobrista e seguro, gratuito para bicicletas.
Acesso para deficientes físicos
Ar condicionado
Itaú Cultural
Avenida Paulista, 149, Estação Brigadeiro do Metrô
Fones: 11. 2168-1776/1777
atendimento@itaucultural.org.br
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Programação de outubro:
terça 11 de outubro
A MERDA (LA MERDA), DE CRISTIAN CERESOLI
Terça-Feira - 20:00
Uma mulher nua, em um pedestal de circo, iluminada por holofotes, fala de forma honesta e brutal, provocativa e escandalosa contra as amarras da sociedade. Um ciclo de ideias rápidas e simultâneas, dirigido e encenado por Christiane Tricerri sobre texto do premiado dramaturgo italiano Cristian Ceresoli.
às 20h
Sala Itaú Cultural (piso térreo) – 254 lugares
[duração aproximada: 55 minutos]
[classificação indicativa: 18 anos]
[distribuição de ingressos
público preferencial: duas horas antes do espetáculo
público não preferencial: uma hora antes do espetáculo]
terça 18 de outubro
às 20h
HOMEM DA CAMISA BRANCA
Com texto e atuação de Beto Matos, o espetáculo parte de uma das imagens mais simbólicas do século XX: a de um jovem chinês que confronta uma fila de tanques de guerra, em 1989. A peça explora a ideia do “homem contra o sistema” e traz o foco para o condutor do veículo de guerra, o soldado enfrentado pelo jovem.
Sala Itaú Cultural (piso térreo) – 254 lugares
[duração aproximada: 45 minutos]
[classificação indicativa: 12 anos]
[distribuição de ingressos
público preferencial: duas horas antes do espetáculo
público não preferencial: uma hora antes do espetáculo]
terça 25 de outubro
às 20h
MÁQUINA DE DAR CERTO
A Cia. Bruta de Arte encena a história de um grupo de pessoas que se submetem a um experimento que promete torná-las mais reconhecidas e bem-sucedidas. À semelhança dos testes com animais do psicólogo Frederic Skinner (1904-1990), elas são trancadas e condicionadas a obedecer comandos de uma fonte desconhecida.
Sala Itaú Cultural (piso térreo) – 254 lugares
[duração aproximada: 70 minutos]
[livre para todos os públicos]
[distribuição de ingressos
público preferencial: duas horas antes do espetáculo
público não preferencial: uma hora antes do espetáculo]
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